Canonical certifica Solis para suporte no Ubuntu…
A Solis Cooperativa de Soluções Livres é a primeira empresa certificada a oferecer suporte oficial dos produtos da Canonical no Brasil. Fábio Filho, diretor da Canonical para a América Latina, assinala que o contrato com a Solis é um forte impulso para ajudar a Canonical a atender a crescente demanda dos serviços no País.
As atividades já iniciaram em ritmo de grandes projetos, onde está em andamento a migração dos servidores da Univates para Ubuntu, que a partir de agora conta com o suporte oficial Ubuntu fornecido pela Solis.
Múltiplas VLANs
Para entender o conceito de marcação de pacotes (tagging) vamos inicialmente compreender o problema que ele resolve. Vamos imaginar uma rede local, com apenas um switch, neste caso fazer as VLANs é simples: se quero 3 VLANs, seleciono quais portas pertencem a cada VLAN e pronto. Por exemplo, o switch tem portas 1 a 24, faço o seguinte:
VLAN 1: portas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 21, 22, 23, 24
VLAN 50: portas 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17
VLAN 55: portas 18, 19 e 20
Até ai tudo tranqüilo. A porta 1 não fala, por exemplo, com a porta 18. Se eu precisar interligar essas três redes, posso então montar um Linux com firewall, coloco 3 placas de rede no Linux e conecto cada placa a uma porta do switch. Por exemplo:
Placa 1: IP 192.168.0.1 máscara 255.255.255.0 e conecto na porta 1
Placa 2: IP 192.168.1.1 máscara 255.255.255.0 e conecto na porta 11
Placa 3: IP 10.0.0.1 máscara 255.255.255.0 e conecto na porta 20
Dessa forma, cada placa de rede será o default gateway de cada VLAN. Um PC na porta 2 teria IP 192.168.0.10 com default gateway 192.168.0.1
Uma Rede Com 2 Switchs
Vamos agora ver como ficaria essa rede com 2 switchs. Um é o do exemplo anterior (que já configuramos as portas) e o outro teria esta configuração:
VLAN 1: portas 21, 22, 23 e 24
VLAN 50: portas 14, 15, 16 e 17
VLAN 55: portas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 18, 19 e 20
Como fariamos a interligação entre os switchs? Neste caso precisariamos de 3 cabos de rede entre os switchs, um para cada VLAN. Por exemplo porta 2 com porta 21 do segundo; porta 12 do primeiro com 14 do segundo e porta 1 com 18. Dessa forma as 2 VLANs de cada switch se comunicariam diretamente de maneira interna e via o Linux para se comunicarem entre si.
O Problema
O primeiro problema é que gastamos um monte de portas Ethernet: três portas do primeiro switch para o Firewall/roteador e seis portas (3 no primeiro switch e 3 no segundo) para interconecta-los. Não é nenhum fim do mundo, mas acho que você já percebeu que a coisa fica cada vez mais complicada com o aumento do tamanho da rede.
Vamos pensar o que vai acontecer se tivermos uma rede com 3 switchs de 24 portas e 5 VLANs. Como ficaria a configuração de cada switch? Iríamos precisar de 5 cabos entre switch 1 e 2 e depois mais 5 outros cabos entre os switchs 2 e 3 (cada cabo consome duas portas, seriam 20 portas no total) e mais 5 para o Linux. Assim em uma rede com 3 switchs de 24 portas (72 portas no total) gastamos 20 para interconexão.
Assim foi necessário a criação de um mecanismo mais eficiente para interconexão entre switchs, para isso foi criada a marcação de pacotes.
Marcação de Pacotes
Assim como a VLAN, o conceito de marcação de pacotes é muito simples, não entanto muitas pessoas não entendem ou não conseguem usar a marcação de pacotes por esperar que ela faça mágica ou resolva magicamente os problemas.
Na marcação de pacotes, um switch “marca” cada pacote antes de encaminha-lo. É como um boi marcado a ferro quente para saber quem é o dono, o switch marca o pacote com um número (a VLAN) e envia. Em inglês, tag quer dizer etiqueta, então taggear um pacote significa etiqueta-lo (com o número da VLAN).
Assim o switch que recebe o pacote sabe a qual VLAN esse pacote pertence. Voltando ao nosso exemplo dos dois switchs com 5 VLANs, vamos fazer o seguinte:
- no switch 1 configuramos a porta 2 para pertencer às VLANs 1, 50, 55, 100 e 208 de maneira taggeada
- no switch 2 configuramos a porta 5 para pertencer às VLANs 1, 50, 55, 100 e 208 de maneira taggeada
Agora com apenas um cabo conectando porta 2 do primeiro com porta 5 do segundo, conectamos todas as VLANs. Se você quer saber porque escolhi porta 2 do primeiro e 5 do segundo? Porque eu quis, podia ser qualquer uma outra.
Se eu configurar a porta 3 do primeiro switch para também pertencer às VLANs 1, 50, 55, 100 e 208 de maneira taggeada e configurar VLAN tag no Linux, preciso de apenas 1 portas Ethernet no switch para interconectar as 3 VLANs.
Assim, com VLAN tagging, gastei 2 portas no switch 1 (para o Linux e outra para o switch 2) e 1 porta no switch 2. Foram gastas apenas 3 portas contra as 20 do exemplo anterior.
802.1Q
Sendo assim se criou o padrão IEEE 802.1Q que permite com que switchs de fabricante diferentes marquem pacotes e enviem essa informação de um para outro.
Uma VLAN é um número de 1 a 4096 (normalmente a VLAN 0 é a VLAN default).
Sendo assim um pacote Ethernet pode ser de dois tipos: taggeado ou não taggeado. Os pacotes não taggeados são aqueles que não tem marcação nenhuma (ou simplesmente são marcados com VLAN 0) e os que são taggeados.
Na configuração de cada porta do switch, você informa qual VLAN passa por essa porta e se essa VLAN é taggeada ou não. Essa flexibilidade pode causar confusões.
Exemplos de Configuração de VLAN
Exemplo 1
VLAN 1: portas não taggeadas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 21, 22, 23, 24, 20
VLAN 50: portas não taggeadas 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 20
VLAN 55: portas não taggeadas 18, 19, 20
Neste caso a porta 20 pertence a todas as VLANs. No entanto cada VLAN tem um endereçamento diferente, dessa forma podemos ter uma confusão de endereçamento na porta 20. Nem todo switch suporta esse tipo de VLAN, chamada de VLANs assimétricas (cada fabricante tem um nome para esse tipo de possibilidade).
Exemplo 2
VLAN 1: portas não taggeadas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 21, 22, 23 e taggeadas 24, 20
VLAN 50: portas não taggeadas 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17 e taggeadas 24, 20
VLAN 55: portas não taggeadas 18, 19 e taggeadas 20
Neste caso teríamos a porta 20 pertencendo a todas as VLAN e porta 24 a apenas 2 VLANs. Porque faríamos isso? Por exemplo a porta 24 se conecta a um segundo switch que só tem portas nas VLANs 1 e 50 (assim não precisa receber tráfego de broadcast da VLAN 55). Já a porta 20 vai para o Linux/Firewall/Roteador que interconecta todas.
Exemplo 3
VLAN 1: portas não taggeadas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 21, 22, 23, 24, 20
VLAN 50: portas não taggeadas 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17 e taggeadas 24, 20
VLAN 55: portas não taggeadas 18, 19 e taggeadas 20
Neste exemplo a VLAN 1 vai não taggeada para as portas 20 e 24, como se fosse a VLAN default (se não falar nada, é VLAN 1).
Virtual Lan: http://pt.wikipedia.org/wiki/Virtual_LAN
Download de Autotreinamento Sobre VLANs http://www.ynoma.com.br/dload/webtreinamento/ynoma/Autotreinamento_Ynoma_VLAN.zip
Instalando MySQL Workbench no Ubuntu 9.10…
1. Passo
Clique no menu Aplicativos – Acessórios – Terminal
2. Passo
Digite o seguinte comando abaixo:
sudo wget http://mysql.oss.eznetsols.org/Downloads/MySQLGUITools/mysql-workbench-oss-5.2.4-1ubu904-i386.deb
3. Passo
Digite o seguinte comando abaixo para instalar os pacotes necessários para a instalação do MySQL Workbench
sudo apt-get install python-crypto phython-paramiko python-pexpect
4. Passo
Digite o seguinte comando abaixo para instalar o MySQL Workbench
sudo dpkg -i mysql-workbench-oss-5.2.4-1ubu904-i386.deb
5. Passo
Para acessar o MySQL Workbench clique no menu Aplicativos – Programação – MySQL Workbench
05 anos de Ubuntu…
Ubuntu 4.10 Warty Warthog – 20 de Outubro de 2004
- Primeira distro lançada usando o Gnome 2.8
- Firefox 0.9
- Gaim era o IM default.
Ubuntu 5.04 Hoary Hedgehog – 8 de Abril de 2005
- Introdução do Update Manager
- Suspend, hibernate e standby inclusos
- Firefox 1.0
- Primeiro release a usar o XORG
Ubuntu 5.10 Breezy Badger – 12 de Outubro de 2005
- Primeiro release usando o Bootloader ‘Usplash’ gráfico
- Add/remove introduzido
- Firefox 1.0
Ubuntu 6.06 LTS Dapper Drake – 1 de Junho de 2006
- Primeira versão Long Term Support (LTS)
- O LiveCD e Instalador se tornam um só
- GUI para instalação
- Introdução do tema laranja human
- GDebi é apresentado para instalações de arquivos .debs
- Firefox 1.5
Ubuntu 6.10 Edgy Eft – 26 de Outubro de 2006
- novo tema human
- tomboy e f-spot inclusos por padrão
- Firefox 2.0
Ubuntu 7.04 Feisty Fawn – 19 de Abril de 2007
- Introdução do assistente de migração para novos usuários
- Instalação assistida de codec
- Instalação simplificada de Drivers Gráficos
- Firefox 2.0
Ubuntu 7.10 Gutsy Gibbon – 18 de Outubro de 2007
- Compiz habilitado por padrão
- Troca rápida de usuário
- Firefox 2.0
Ubuntu 8.04 LTS Hardy Heron – 24 de Abril de 2008
- Segunda versão LTS
- brasero, tracker e transmission por padrão do sistema
- Uso do PulseAudio por padrão
- Primeira versão apoiada pelo WUBI
- Firefox 3.0 Beta
Ubuntu 8.10 Intrepid Ibex 30 de Outubro de 2008
- LiveUSB creator e applet rápida de troca de usuário
- “Conta de Visitante”
- Firefox 3.0
Ubuntu 9.04 Jaunty Jackalope – 23 de Abril de 2009
- novas telas de Usplash e login
- notificações NotifyOSD
- vários temas da comunidade por padrão
- Firefox 3.0
E que venham mais 5 anos de vida pro Ubuntu
BACKUP… Faça BACKUP
Qual é a importância de fazer cópias de segurança?
Cópias de segurança dos dados armazenados em um computador são importantes, não só para se recuperar de eventuais falhas, mas também das conseqüências de uma possível infecção por vírus, ou de uma invasão.
Quais são as formas de realizar cópias de segurança?
Cópias de segurança podem ser simples como o armazenamento de arquivos em CDs, ou mais complexas como o espelhamento de um disco rígido inteiro em um outro disco de um computador.
Atualmente, uma unidade gravadora de CDs e um software que possibilite copiar dados para um CD são suficientes para que a maior parte dos usuários de computadores realizem suas cópias de segurança. Também existem equipamentos e softwares mais sofisticados e específicos que, dentre outras atividades, automatizam todo o processo de realização de cópias de segurança, praticamente sem intervenção do usuário. A utilização de tais equipamentos e softwares envolve custos mais elevados e depende de necessidades particulares de cada usuário.
Com que freqüência devo fazer cópias de segurança?
A freqüência com que é realizada uma cópia de segurança e a quantidade de dados armazenados neste processo depende da periodicidade com que o usuário cria ou modifica arquivos. Cada usuário deve criar sua própria política para a realização de cópias de segurança
Que cuidados devo ter com as cópias de segurança?
Os cuidados com cópias de segurança dependem das necessidades do usuário. O usuário deve procurar responder algumas perguntas antes de adotar um ou mais cuidados com suas cópias de segurança:
Que informações realmente importantes precisam estar armazenadas em minhas cópias de segurança?
Quais seriam as conseqüências/prejuízos, caso minhas cópias de segurança fossem destruídas ou danificadas?
O que aconteceria se minhas cópias de segurança fossem furtadas?
Baseado nas respostas para as perguntas anteriores, um usuário deve atribuir maior ou menor importância a cada um dos cuidados discutidos abaixo:
Escolha dos dados: cópias de segurança devem conter apenas arquivos confiáveis do usuário, ou seja, que não contenham vírus ou sejam cavalos de tróia. Arquivos do sistema operacional e que façam parte da instalação dos softwares de um computador não devem fazer parte das cópias de segurança. Eles pode ter sido modificados ou substituídos por versões maliciosas, que quando restauradas podem trazer uma série de problemas de segurança para um computador. O sistema operacional e os softwares de um computador podem ser reinstalados de mídias confiáveis, fornecidas por fabricantes confiáveis.
Mídia utilizada: a escolha da mídia para a realização da cópia de segurança é extremamente importante e depende da importância e da vida útil que a cópia deve ter. A utilização de alguns disquetes para armazenar um pequeno volume de dados que estão sendo modificados constantemente é perfeitamente viável. Mas um grande volume de dados, de maior importância, que deve perdurar por longos períodos, deve ser armazenado em mídias mais confiáveis, como por exemplo os CDs;
Local de armazenamento: cópias de segurança devem ser guardadas em um local condicionado (longe de muito frio ou muito calor) e restrito, de modo que apenas pessoas autorizadas tenham acesso a este local (segurança física);
Cópia em outro local: cópias de segurança podem ser guardadas em locais diferentes. Um exemplo seria manter uma cópia em casa e outra no escritório. Também existem empresas especializadas em manter áreas de armazenamento com cópias de segurança de seus clientes. Nestes casos é muito importante considerar a segurança física de suas cópias, como discutido no item anterior;
Criptografia dos dados: os dados armazenados em uma cópia de segurança podem conter informações sigilosas. Neste caso, os dados que contenham informações sigilosas devem ser armazenados em algum formato criptografado;
Ubuntu KK 9.10 liberado oficialmente…
Foi liberado o download do Ubuntu Karmic Koala 9.10:
http://cdimage.ubuntu.com/daily-live/current/
http://ubuntu.c3sl.ufpr.br/releases/karmic/
http://darkstar.ist.utl.pt/ubuntu/releases/karmic/
http://noncdn.releases.ubuntu.com//releases/9.10/
Os links de torrents estão liberados! Deem preferência por eles, por serem mais rápidos.
Torrents:
ubuntu-9.10-desktop-amd64.iso.torrent
ubuntu-9.10-desktop-i386.iso.torrent
Fonte: www.ubuntudicas.com.br
Ubuntu 9.10 disponível para download a partir de hoje…
A Canonical anunciou que a atualização do novo sistema operacional Linux Ubuntu estará disponível para download a partir desta quinta-feira, dia 29 de outubro. Entre os principais destaques da versão 9.10, que tem o codinome Karmic Koala, está a integração com a nuvem computacional. A nova versão apresenta boot e o login mais rápidos, renovada estrutura de áudio e melhor conectividade de banda larga 3G.
O Karmic Koala virá com o Ubuntu One, um pacote de serviços online baseado em cloud computing, que funciona nuvem pessoal do usuáriona web. Isso facilita os processos de backup, a sincronização e o compartilhamento de arquivos de forma prática, segura e simplificada. O serviço é integrado com o Ubuntu 9.10 e gratuito até 2GB.
Além disso, a nova versão contará com o Quickly, um conjunto simplificado de ferramentas para desenvolvedores que ajuda a empacotar códigos e distribuí-los através dos repositórios de software da Ubuntu, e com o Ubuntu Software Center, que é, na verdade, o Adicionar e Remover Programas repaginado, dando aos usuários melhores informações e mais fáceis de entender sobre o software.
Usuários de netbooks e smartbooks também foram contemplados, e terão acesso a melhorias na interface Remix para Netbooks do Ubuntu 9.10, que continua a aprimorar o padrão para o oferecimento de uma experiência de usuário mas fácil, útil e amigável em máquinas pequenas.
O Ubuntu Netbook Remix integrará o programa de mensagens instantâneas Empathy, que facilita a transferência de arquivos de texto, voz e vídeo.
Fonte: iMasters
Windows 7 falha em apresentação ao vivo…
Outra vez, a Microsoft fez carão com o Windows…
Alguém lembra deste video???
Lançamento do Windows 98…